quinta-feira, 31 de março de 2011

Ritual de pesca de tribo indígena corre perigo por hidrelétricas - Destruindo Culturas


Londres, 28 mar (EFE).- A tribo indígena Enawenê-nawê começou seu ritual de pesca anual com o temor de que as cerca de 80 represas projetadas para o rio Juruena, no Mato Grosso, destruam os peixes dos quais dependem para subsistência, indica a organização não-governamental Survival.

O ritual Yakwa é reconhecido pelo Ministério da Cultura como parte do legado cultural do Brasil, mas no ano passado, pela primeira vez, não pôde ser realizado porque a tribo praticamente não encontrou peixes devido às obras no rio.
Os índios Enawenê-nawê se viram assim expostos a uma catastrófica escassez de alimentos. A empresa construtora das represas - destinadas a armazenar água para usinas hidrelétricas - teve de comprar 3 mil quilos de peixes para a manutenção da psicultura local.

Algumas das represas projetadas são financiadas pelo Grupo André Maggi, um dos maiores produtores de soja do mundo, pertencente ao senador Blairo Maggi.
Durante o ritual Yakwa, os índios passam vários meses na floresta, construindo complicadas represas de madeira nos rios para capturar os peixes, antes de levá-los de canoa a suas aldeias.
Esse ritual faz parte da cultura espiritual da tribo, além de ser essencial para a subsistência dos índios locais, já que os Enawenê-nawê não comem outros tipo de carne.

A tribo dirigiu uma carta à ONU em que dizem: "Não queremos que as represas sujem nossas águas, matem nossos peixes, nem que nossas terras sejam invadidas".
A tribo não deu autorização para a construção das polêmicas represas e realizou manifestações de protesto.

"É irônico que um ritual como o de Yakwa, reconhecido como parte do legado cultural do Brasil, possa deixar de existir muito em breve. Toda uma forma de vida corre perigo, a dos Enawenê-nawê", advertiu o diretor da Survival, Stephen Corry. EFE

[Fonte: G1]

terça-feira, 29 de março de 2011

Registro de sua Organização religiosa

  1. I. Introdução
Este manual foi escrito com a intenção de orientar grupos pagãos nos seus primeiros passos em direção à oficialização de suas tradições / círculos como organizações religiosas, usando um tom leve e bem humorado para que o assunto, já recheado de meandros legais e burocracia, não se tornasse insuportavelmente enfadonho.
Entendemos que devido à extensão territorial de nossa pátria, certos procedimentos podem sofrer modificações e destoar do aqui escrito. Neste caso, sinta-se livre para nos contatar e tentaremos atualizar o texto o quanto antes seja possível.
Então, você quer dar o próximo passo e transformar seu círculo/tradição/coven em algo 100% legalizado, hein?
Meus parabéns! (Aplausos em off)
Só que antes de sair correndo para o editor de textos e chamar seus membros para conversar sobre o Estatuto®, pedimos que reflita por alguns momentos. O trabalho de criar um organismo com validade jurídica é um trabalho mágico – e como tal, queremos ter certeza que você e seus associados estejam prontos para todo o sacrifício necessário.
A constituição de uma sociedade religiosa pode parecer complicado ao não iniciado nas artes obscuras do direito, mas é  algo extremamente simples, mais do que qualquer associação ou empresa possa sonhar em ser.  Porém, o fato da constituição de uma organização ser simples não a faz ausente de cuidados: Mesmo após gastar muito tempo e algum dinheiro, a organização religiosa não é algo que você pode esquecer de lado e colocar numa prateleira. Um certo grau de burocracia será necessário e esperado durante toda a vida da organização, incluindo o envio de guias, preenchimento de formulários e declarações e etc.
Ainda está conosco? Ótimo! Saiba que a constituição de uma organização religiosa pode dar trabalho, mas ainda é a melhor arma contra o preconceito e arbitrariedade, e todo o trabalho executado reverterá não só sobre os seus, mas sobre todo o movimento pagão, à medida que mais e mais grupos “saírem do armário” e passarem a integrar a sociedade civil.
Desta maneira, apresentamos um roteiro extremamente sintético da criação de uma sociedade religiosa, esperando que o mesmo possa e deva ser transmitido aos seus pares, desde que o autor (Kalamar Nur) seja mencionado.
II. Capítulo I – Por que Legalizar?
Tenho certeza que esta pergunta será repetida à exaustão depois dos próximos dois capítulos, quando o leitor começar a perceber que apesar de simples, o procedimento de registro pode consumir muitas horas de sua vida e o expor a situações estressantes e kafkanianas.
Seguem algumas das melhores justificativas que encontramos:
Exercer seus direitos, de forma coletiva;
  1. Proteger-se de fanáticos e preconceituosos;
  2. Não se expor enquanto indivíduo;
  3. Não ter seus direitos mais basilares negados por falta de documentos apropriados;
  4. Poder celebrar um handfasting, assim como outros ritos, com efeitos legais;
  5. Obter imunidades e isenções tributárias para bens e propriedades do círculo / tradição/  coven;
  6. Registrar seus ritos e símbolos, protegendo-os do plágio e roubo;
  7. Dissociar-se de organizações esotéricas cujo único fim é o lucro;
Os principais motivos, pra mim, certamente são seguir as normas da sociedade civil para que seus membros possam participar ativamente da vida em sociedade como sacerdotes, assim como fazem as organizações religiosas tradicionalmente constituídas no Brasil.
III. Capítulo II – Juntando as merrecas
Os custos de legalização variam de Estado para Estado, mas pode-se esperar por custos (abertura e reconhecimento de firma, cópias autenticadas, registro e demais emolumentos cartorários) entre R$50 e R$ 150,00. Os custos não precisam ser pagos todos de uma vez: Você pode fazer passo a passo, mas lembre-se que cartórios não aceitam cartões de crédito.
Prepare-se para levantar a documentação básica dos membros fundadores (que devem ser no mínimo dois), como identidade, cpf, e talvez outros documentos como o comprovante de residência que serão posteriormente pedidos pelo oficial cartorário.
Vamos ao próximo passo: Ao Estatuto® e avante!

IV. Capítulo III – O Estatuto®
O Estatuto é o cerne de sua organização: Nele irão constar desde a organização política e administrativa de seu círculo/tradição/coven, como também as razões de sua existência, os critérios de admissão e expulsão, seus registros, direitos e deveres dos membros, entre outras disposições pertinentes.
A Lei, salvo melhor juízo, não estipula critérios formais para o documento, pois a Constituição Federal determina, de maneira clara e precisa, a liberdade para associar-se com fins religiosos [1].
Como eu sou um cara bacana, resolvi facilitar sua vida e dar o caminho das pedras. Assim, segue uma sugestão dos títulos para auxiliar a estruturação do documento:

I.      Da Denominação, Fins, Sede e Duração.
II.      Do Quadro Social
  1. Dos Membros
i.      Dos Fundadores
ii.      Da Hierarquia
iii.      Da Admissão, Iniciação, Sagração, Suspensão e Desligamento
iv.      Direitos e Deveres Sacerdotais

  1. Dos Colaboradores

III.      Do Fundo Social e Administração [2]
  1. Do Fundo Social
  2. Do Conselho Fiscal
  3. Do Conselho de Administração
  4. Do Representante Legal
  5. Da Responsabilidade

IV.      Das disposições gerais


V. Capítulo IV – Ata de Assembléia de Fundação

A Ata de Assembléia é um requisito fundamental dos cartórios para que seja realizado o registro. Como uma organização religiosa é um ente formado por diversas pessoas, é preciso comprovar que tais pessoas realmente se reuniram e decidiram pela constituição legal da organização.
É um documento bem simples, narrando a primeira assembléia oficial da organização, com a descrição das razões para a fundação da organização e primeiras providencias a serem tomadas, tais como nomeação de representante legal. Para facilitar, preparamos um modelo que pode ser livremente usado por vocês.

MODELO

“ Na data de dd/mm/aa, na cidedade de tal , reuniram-se os membros fundadores huguinho, zezinho e luisinho, devidamente qualificados abaixo, tendo por finalidade fundar a tradição/circulo dos [nome do grupo]:
  • Huguinho, brasileiro, solteiro, engenheiro, residente e domiciliado à rua xxxxx, bairro de tal, cidade de tal, portador do RG de n xxxx e inscrito no CPF/MF sob o no yyyyyy;
  • Zezinho…..
  • Luizinho….
Para presidir a sessão, foi indicado o Hughinho, que foi secretariado pelo Zezinho. Os Membros aprovam o estatuto, que segue em anexo a esta ata.
Ficou também decidido que Luizinho será o representante legal da tradição/grupo /círculo.
Nomeou-se fulano e beltrano para o cargo x, de maneira unânime/maioria
Nada mais restando para ser deliberado, encerrou-se a assembléia, determinando a lavratura da presente ata  por mim, Zezinho, que segue subscrita pelos demais membros como sinal de aprovação”.
  1. V. Capítulo V – CNPJ[3]
O próximo passo  é o registro do CNPJ[4] (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) junto à Receita Federal. Para tal, alguns documentos serão necessários:

a) Documento Básico de Entrada do CNPJ (DBE), ou protocolo de transmissão da FCPJ;
b) Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica (FCPJ), acompanhada, no caso de inscrição de sociedades, do Quadro de Sócios ou Administradores (QSA);

Obs : A FCPJ, acompanhada do QSA ou não, gerada por meio do Programa Gerador de Documentos do CNPJ (PGD CNPJ), deverá ser apresentada pela Internet, utilizando-se o aplicativo Receitanet, fornecido gratuitamente  pela Receita Federal em seu sítio[5].

Procedimentos do contribuinte – envio por meio do programa Receitanet

Para efetuar a transmissão de sua solicitação via Internet, o contribuinte deverá adotar os seguintes procedimentos:

a) o contribuinte deverá ter instalado em sua estação de trabalho o Programa Gerador de Documentos do CNPJ (PGD CNPJ) – e o aplicativo ReceitaNet;

b) o PGD do CNPJ deverá ser usado para preencher os dados relativos ao pedido;

c) Após gravar no disquete do CNPJ, por meio da opção “Gravar Para Entrega à RFB” no menu “Documentos”, ou gravar no disco rígido, o contribuinte deverá transmitir os dados, selecionando a opção “Transmitir via Internet”, no mesmo menu, ou clicando no ícone respectivo na barra de ferramentas. Nesse momento aparecerá a tela principal do ReceitaNet. Acionar o botão “Enviar”. A transmissão somente será possível se a estação de trabalho estiver conectada à Internet e estiver sido instalado o Programa ReceitaNet. Os dados enviados serão armazenados em um servidor da RFB que funcionará como uma base temporária;

d) A transmissão efetuada com sucesso ensejará a gravação do Recibo de Entrega. O recibo de entrega deverá ser impresso, em uma via, através da opção “Imprimir” do PGD do CNPJ.

e) O número constante do recibo de entrega (número do recibo / número de identificação)servirá como código de acesso, que permitirá ao contribuinte consultar o andamento do seu pedido na página da RFB na Internet, opção “Consulta da Situação do Pedido de CNPJ enviado pela Internet”. Num primeiro momento o sistema realizará automaticamente pesquisa prévia que resultará em pendências ou não. Havendo pendências, estas serão disponibilizadas ao contribuinte na Internet para consulta, impressão e resolução. Não havendo pendências, disponibilizará para impressão o Documento Básico de Entrada no CNPJ (DBE) ou Protocolo de Transmissão, o qual conterá o número do recibo/número de identificação, e informará o endereço da unidade cadastradora para onde o contribuinte deverá encaminhar a documentação necessária (DBE com firma reconhecida ou Protocolo de Transmissão e, se for o caso, cópia autenticada do ato constitutivo / alterador / deliberativo).

ATENÇÃO: DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA – No caso de ato constitutivo / alterador / deliberativo não envie documentos originais e sim cópias autenticadas. Os documentos não serão devolvidos. O DBE deverá ser assinado pela pessoa física responsável ou procurador, contendo firma reconhecida em cartório. O reconhecimento de firma da assinatura no DBE é dispensado no caso de solicitação de órgão público ou de utilização de convênio com órgão de registro.

Inscrição de Matriz
Documentação necessária:
a) Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica – FCPJ acompanhada, no caso de sociedades, do Quadro de Sócios e Administradores – QSA, gerada por intermédio do Programa Gerador de Documentos do CNPJ (PGD CNPJ). A transmissão deve ser feita exclusivamente pela Internet por meio do programa Receitanet;
b) Os documentos abaixo relacionados:
b-1) original do DBE, assinado pela pessoa física responsável perante o CNPJ ou seu procurador constituído em instrumento público (registrado em cartório) ou particular (com firma reconhecida do outorgante), ou protocolo de transmissão da FCPJ. A assinatura no DBE deverá ter firma reconhecida em cartório;
b-2) No caso de DBE assinado por procurador, cópia autenticada da procuração pública ou particular;
b-3) em se tratando de sócio pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior, cópia autenticada da procuração nomeando representante legal, observado que, quando outorgado no exterior, deverá conter visto do consulado brasileiro do domicílio civil do outorgante e ser acompanhada de tradução feita por tradutor juramentado. Se procuração consta do ato constitutivo, a apresentação do mesmo supre a exigência desse documento;
b-4) cópia autenticada do ato constitutivo / deliberativo devidamente registrado no órgão competente.
Obs.:
1 – em relação aos documentos citados nos itens b-2, b-3 e b-4, não envie originais, pois estes não serão devolvidos;
2- Os documentos citados na letra “b” deverão ser encaminhados à unidade cadastradora de jurisdição do contribuinte. O endereço será informado, logo após o envio da FCPJ/QSA pela Internet, por meio de consulta à opção “Consulta da Situação do Pedido referente ao Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ – enviado pela Internet”. Para saber todos os passos para o envio do pedido pela Internet, consultar item “Solicitação de atos perante o CNPJ por meio da Internet”;
3 – O reconhecimento de firma da assinatura no DBE é dispensado no caso de solicitação de órgão público ou de utilização de convênio com órgão de registro.

Recomendamos consultas regulares a um contador para ter certeza que uma vez criada, a sua organização religiosa continue cumprindo todas as disposições legais.

[1] Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(…)
VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

(…)

XVII – é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;

[2] Aqui falamos do dinheiro, cobre, pantáculo, discos, terra…bom, você entendeu.
[3] Orientações extraídas do Sítio da Receita Federal

[4] O CNPJ é o cadastro administrado pela Receita Federal do Brasil que registra as informações cadastrais das pessoas jurídicas e de algumas entidades não caracterizadas como tais.
[5] www.receita.fazenda.gov.br

[Fonte: Cahybra.com]

sábado, 26 de março de 2011

Material do ESP-PE Março 2011 - Ervas Medicinais Brasileiras

O Material da Palestra deste mês, Ervas Medicinais Brasileiras por Andúne Nolatari, que acontecerá amanhã às 14hs já está disponível para download. Clique no link abaixo e tenha o material.

Ervas Medicinais Brasileiras - Andúne Nolatari

quinta-feira, 24 de março de 2011

"Bruxas" mortas à pedradas na África

Uma jovem sul-africana e a sua avó foram mortas à pedrada por membros de um gangue de adolescentes que as acusavam de bruxaria. A Polícia da África do Sul trabalha sobre a hipótese do crime ter sido cometido por inveja.

"Bruxas" mortas à pedrada em África
foto Leonel de Castro/Global Imagens

Cynthia Lemaho estava a subir na vida numa altura em que os outros habitantes da pequena aldeia onde morava estavam a passar dificuldades.
Aparentemente, o seu esforço foi confundido com bruxaria, crença muito difundida na cultura africana, que para algumas comunidades pode estar associada à infelicidade e à má sorte de um povo.

A jovem sul-africana, de 26 anos, e a avó, Mupala Motopela, de 81 anos, foram retiradas à força de casa, terça-feira, por membros de um gangue juvenil e levadas para um local mais afastado da aldeia, onde foram apedrejadas até a morte.
Os corpos das mulheres foram trazidos de volta à casa, que foi posteriormente incendiada. A tragédia poderia ter sido ainda pior se o filho de Cynthia, de apenas 12 anos, não tivesse conseguido escapar à fúria dos adolescentes.

Uma testemunha que presenciou o crime já está a colaborar com a polícia de Tzaneen, cidade próxima da aldeia da província de Limpopo, norte da África do Sul, onde ocorreu o duplo homicídio.
Segundo o porta-voz da polícia, Hangwani Mulaudzi, os jovens acreditavam que Cinthya era uma bruxa. As autoridades consideram a hipótese de o crime ter sido praticado por inveja, já que Cynthia conseguiu, com o esforço do trabalho, dar melhores condições de vida à família. 

"Para algumas pessoas numa comunidade é difícil perceber quando a vida do outro está a correr bem", disse Mulaudzi. "Esta jovem mulher estava a trabalhar arduamente e conseguiu trazer algum conforto para a sua família. É possível que elas tenham sido assassinadas por inveja", acrescentou.

"Pela nossa experiência, estas mulheres não estavam envolvidas em rituais de magia negra", acrescentou, revelando que a avó de Cynthia terá sido morta apenas por estar associada à neta.
Mulaudzi informou que os responsáveis pelo assassinato serão acusados de homicídio e incêndio culposo e espera prender os criminosos, cerca de 12 adolescentes, o mais breve possível. "Pretendemos prender alguns dos envolvidos nos próximos dias", afirmou.

Fonte: Jornal de Notícias

quarta-feira, 23 de março de 2011

VII Encontro Holístico de Pernambuco

 O Encontro Holístico de Pernambuco, evento que nesse ano apresenta sua sétima realização, terá o tema desse ano "Aromaterapia, gotas do bem estar para todos os seres, o que é e como podem ajudar no dia a dia". 

O workshop de Aromaterapia será ministrado por Sandrah Spiri, fundadora da ABRAROMA (Associação Brasileira de Aromaterapia e Aromatologia. SP), formada em Psicologia, terapeuta holística especialista em aromaterapia e suas vibrações cromáticas, coordenadora do Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa em Aromaterapia, sendo responsável pela área educacional de Treinamento profissional, consultora técnica sobre o uso dos óleos essenciais para várias Revistas de Bem Estar e qualidade de vida. Atual professora de Aromaterapia no curso de Pós-Graduação e de Especialização do IDEPES, da Fac. Estácio UNIRADIAL em SP e da FACIS no curso de Especialização Latu Sensu em terapias Naturais, entre outros.

O evento acontece no Auditório da Livraria Cultura. Paço Alfândega. Recife Antigo nos dias 02 (sábado) e 03 (domingo) de abril de 2011.

Sábado 02 de abril de 2011. Das 12h30min às 18h30min.

Domingo 03 de abril de 2011. Das 12h00min às 15h00min.

O evento não tem fins lucrativos e é aberto a públicos de todas as idades. O encontro conta com o apoio da:
  • Livraria Cultura. Recife_PE. Paço da Alfândega.
  • Abraroma. São Paulo. (11) 2376 5167.
  • Hotel Costeiro - Avenida Ministro Marcos Freire, 681. Olinda - PE. (81) 3429 48 77
  • Farmácia Talismã. Caruaru - PE. (81) 3722 1801 - (81) 3721 3319. Entrega em domicilio.
  • Floral Healing. Florais de Bach. Caruaru - Pe. (81) 9674 4324 - (81) 9298 3706.
  • Kannon Terapias Holísticas. Olinda_PE. (81) 9621 2409. Reiki, Runas, Cromoterapia, Florais de Bach, Reflexologia Podal, Tarô.

Àqueles que participarem os dois dias do evento receberão, via E-mail, um certificado de participação do VII Encontro Holístico de Pernambuco/ Workshop de Aromaterapia. 

Para participar basta enviar um e-mail com o assunto 'Inscrição Encontro Holístico 2011' com nome completo e telefone de contato, para mallikafittipaldi@yahoo.com.br. As vagas são limitadas. Apenas é pedido que levem 2 Kg de alimento no dia do evento.

Para mais informações:
Mallika: (81) 9621 2409

terça-feira, 22 de março de 2011

Jornal O Bruxo, Mais interatividade

Nem todo mundo sabe, mas o Portal e o Jornal "O Bruxo", tanto na versão online como na versão impressa, é fruto de um trabalho coletivo e voluntário. Não visamos lucro e nem sequer promoção pessoal. Nosso único propósito é contribuir para a difusão de informação acerca da cultura mística e pagã. 

Nos últimos meses a produção e distribuição da versão impressa vem sido prejudicada, devido aos poucos recursos de produção e até mesmo por conta do tempo limitado dos colaboradores, afinal, também temos de trabalhar pra sobreviver. 

Por conta de todas estas intempéries, gostaria de anunciar uma nova proposta do Jornal "O Bruxo" na versão impressa, para que nosso trabalho seja continuado e não tenhamos que decretar a falência e encerramento da versão impressa. A partir da próxima edição, o jornal terá temas especiais, pré definidos pelos editores e correspondentes. Até aí, nada da mais; o que propomos de novidade é um convite, um chamado para que você, que acompanha nosso trabalho, contribua conosco, enviando seus textos e artigos para ser publicado no nosso informativo. A cada edição, será anunciado uma temática para que os internautas enviem seus textos.

Na próxima edição, já esperamos publicar textos autorais enviados pelos leitores. O próximo Jornal terá como tema "A Magia Nórdica". Você, que gosta de escrever e de compartilhar magia, está convidado a enviar seu artigo sobre o tema. 

Magia nórdica é um amplo tema que pode ser bem explorado. Os melhores textos e conteúdos enviados pelos leitores serão publicados na edição especial "Magia Nórdica". Você também pode enviar um poema, uma ilustração ou qualquer conteúdo relativo a magia nórdica. Mande seu material para o e-mail rafaellugh@gmail.com

Obs.: O material enviado não poderá ser retirado/plagiado da internet, tem de ser algo feito por você. Junto com seu material, não esqueça de colocar seu nome, idade, vertente pagã que segue (se tiver alguma) e cidade/estado onde mora. 
O material para a edição sobre Magia Nórdica deve ser enviado até 30/03/2011 para o mail rafaellugh@gmail.com

Escultura mostra como seria Oetzi, o 'Homem de Gelo'

Escultura mostra como seria Oetzi, o Homem de Gelo, que viveu há cerca de 5,3 mil anos. Foto: Andrea Solero/AFP



Os artistas holandeses Adrie Kennis e Alfons Kennis apresentaram no Museu de Arqueologia de Bolzano (Itália) uma escultura que representa a reconstrução de Oetzi, o "Homem de Gelo", múmia de um caçador de 5,3 mil anos encontrada no norte da Itália em 1991 - a mais antiga múmia humana congelada encontrada até hoje.

A escultura foi feita com base em imagens tridimensionais do esqueleto da múmia, assim como em informações de tecnologia forense.
Oetzi, que recebeu este nome por ter sido encontrado no Vale Oetz, é uma das maiores descobertas arqueológicas dos últimos anos. Ele usava calças de pele de cabra e capa de fibra, e portava um machado e flechas.

Inicialmente, acreditava-se que ele tinha morrido de fome e frio, mas pesquisadores conseguiram estabelecer depois que o caçador morreu em conseqüência de ferimentos adquiridos em um conflito. Oetzi tinha cerca de 1,59 centímetros de altura, 46 anos de idade e sofria de artrite.

 [Fonte: Terra]

segunda-feira, 21 de março de 2011

Definições de Magia

“O que está em cima é como o que está embaixo.
E o que está embaixo é como o que está em cima”

O que é magia? Esta é uma questão que, mesmo em círculos esotéricos, levanta muita discussão. Vários autores e filósofos em todas as épocas teceram variadas interpretações a respeito do assunto. Entretanto, os elementos-chave de todas as definições existentes parecem concordar em apenas um ponto: Magia (ou Magick) envolve o uso da mente humana para causar uma alteração: Mudança no mundo, mudança do próprio indivíduo, mudança para com os outros.  

Aleister Crowley definiu mágica como “a Arte ou Ciência de causar uma mudança. Para que esta ocorra em conformidade com a Vontade”. Doreen Valiente define magia como “a ciência do controle das forças secretas da natureza”. Scott Cunningham chama a magia de “o movimento de energias naturais para criar uma mudança necessária”. Mas é Margot Adler que tem a definição que considero ser a mais interessante de todas. Ela diz:

Magia é uma palavra conveniente para toda uma coleção de técnicas, todas as quais envolvem o uso da mente. Neste caso, veremos que todas estas técnicas envolvem a mobilização da confiança, vontade e emoção, direcionadas a partir do reconhecimento da necessidade, do uso das faculdades da imaginação, principalmente através da habilidade de visualizar, a fim de entender como outros seres funcionam na natureza para que possamos usar este conhecimento de forma a atingir os fins necessitados”.

Magia, portanto, é um instrumento da mente e, como tal é mental por natureza. Magia é um meio através do qual a vontade (Thelema), a emoção (Emotionem) e a imaginação (Imaginatio) criam uma mudança verdadeira no mundo físico. Como, porém, pode um instrumento mental e não físico criar uma alteração no mundo físico e corpóreo? A resposta está na Verdade de que o universo em si mesmo é Mental por natureza e que a mente é a chave para abrir os poderes do Cosmo.

“Substância” pode ser definida como aquilo que está por dentro de todas as manifestações exteriores. Atrás de toda aparência exterior neste mundo e em todos os outros mundos, deve existir uma realidade substancial. Um imenso Panteão de deuses e deusas mostra-nos como o homem tentar dar nome a esta realidade substancial. Como John Barnes afirmou certa vez, 
O Todo é a Realidade Substancial que está escondida em todas as manifestações de vida. O Todo é a Grande Avó -Avô que criou a si mesmo, que sempre existiu e que irá existir para sempre” 

[Fonte: Teoria da Conspiração]

domingo, 20 de março de 2011

Resposta a um leitor: Magos possuem religião?

Olá a todos!

Venho aqui respondendo a pergunta de um leitor chamado Daniel Manso, sobre a matéria intitulada 'O Magista e a Religião':

Daniel Manso disse...
Desculpem a ignorância,mas magos, magistas etc não são pessoas que se utilizam de sistemas mágicos sem fins religiosos? Pelo menos essa é a definição dada por Crowley e Gardner. Mas fora esse detalhe, o texto está bastante bem escrito.    
. 
Daniel, magos ou magistas sim são pessoas que se utilizam de sistemas mágickos, porém não implica dizer que todos não tenham vínculos religiosos. A definição mais básica de magista ou mago diz que estes são pessoas que vivem em extremo contato e se dedicam as artes mágickas INDEPENDENTEMENTE de religião, crença ou cultura. .
.
A palavra Mago vem do persa e significa 'Homem Sábio'. O termo foi criado para denominar os seguidores de Zoroastro. Atualmente o termo vem sendo trazendo com qualquer pessoa que se dedique a magia e ao conhecimentos plenos do mundo a sua volta, seja ele físico ou metafísico.
.
. Sendo assim, um neopagão também é considerado mago, porém nem todo mago é neopagão. A ligação de suas práticas com alguma forma religiosa é de total escolha do praticante. Alguns escolhem o trato da magia em si, outros preferem sua utilização junto a elementos religiosos dentro do neopaganismo, judaísmo, entre outras formas culturais e de crença.
 .
Espero ter respondido sua pergunta, para qualquer questionamento ou sugestão, basta enviarem um comentário nas postagens mais recentes do blog ou para o meu e-mail (www.douglas_max3@ibest.com.br).
 .
Abraços a todos!
 .
Douglas Phoenix

sexta-feira, 18 de março de 2011

ESP-PE MARÇO 2011 - ERVAS MEDICINAIS BRASILEIRAS


quinta-feira, 17 de março de 2011

Full Moon Esbath - Celebrando a maior lua dos últimos 20 anos!

 
No decorrer dos anos, a órbita da Terra se aproxima e se repele de sua lua, assim a fazendo estar maior ou não no céu a noite de acordo com a distância que esteja. Nesse dia 19 de março de 2011 a órbita da Terra estará a apenas 356 574 Km da Lua. A menor distância dentro dos últimos 20 anos. Sua forma exuberante no ápice da lua será um grande espetáculo e para celebrar isso, um convite é feito aos Filhos da Grande Mãe para um encontro de felicidade, prosperidade e magia.

O encontro está marcado para acontecer às 18hs (pontualmente) do dia 19 de março, na Praia de Boa Viagem (3º Jardim, próximo ao Mc Donald's - Av. Conselheiro Aguiar) - Recife/PE.

É pedido que levem bebidas e comidas (Nada de bebidas alcóolicas) para uma confraternização. Além de algum objeto que represente a Lua.

Para mais informações: 
Lix (81) 8696.3343
Júh (81) 9668.2266


quarta-feira, 16 de março de 2011

Fotos do ESP-PE FEVEREIRO 2011

ESP-PE Fevereiro 2011 - Formas-Pensamento

O ESP-PE do mês passado com o tema Formas-Pensamento agitou um pouco as coisas entre as pessoas que foram ao encontro
O evento que aconteceu no último dia 27 reuniu pessoas de opiniões fortes e bons argumentos, o que acrescentou e muito a palestra feita por Anderson Enigma.

O tema sobre o que são e como são criadas as Formas-pensamento e a sua diferenciação de egrégoras foi o que mais provocou questionamentos. Um debate ao final sobre a força de tais  práticas na ação da magia foi o marco do evento.

Ao final, a pesquisadora Karina Artémis falou um pouco com os visitantes a cerca de sua pesquisa de mestrado sobre a Wicca.

Agradecemos a presença de todos no evento e fiquem atentos para o evento deste mês que será no dia 27 de março.


 

Anderson Enigma (Palestrante)



segunda-feira, 14 de março de 2011

Paganismo e Respeito no Carnaval 2011

Em meio a tanta festa, tantos ritmos e tantas cores nesse carnaval, o desfile das Escolas de Samba é um espetáculo de criatividade, talento e alegria, mas esse ano teve algo a mais. Nos últimos tempos, diversas escolas tem abordadot emas que resgatam os conceitos pagãos.Esse ano a Escola Mocidade Independente de Padre Miguel, do Rio de Janeiro,veio para a Sapucaí com o tema 'Raizes', tentando assim demonstrar a base e história do carnaval. Sendo assim, como não podia deixar de ser, ela já começa o seu desfile com a passagem do inverno e chegada da primavera e as celebrações aos Deuses nessa passagem.

A escola ainda trouxe para o desfile o Banquete de Isis, deusa da Agricultura; O festa de Baco, deus do vinho e da festa; o Festival de Saturnália; além de elementos da mitoliga grega como as ninfas e toda a bateria da escola caracterizada como faunos. 
"O enredo de 2011 cita o nascimento do cristianismo em Roma e a perseguição ao carnaval praticada pela recém-nascida religião que tentava esconder suas raízes pagãs." declara Cid Carvalho, organizador geral do desfile da Mocidade.

Além das festas na cultura greco-romana, ainda passa pelo carnaval de Veneza e finalmente "o rito das festas agrícolas desembarca no Brasil. Na Terra em que se plantando tudo cresce e floresce, as sementes desses rituais se enraízam na cultura popular do país de norte a sul."

E para finalizar, o desfile terminou com um carro alegórico que trouxe a incorporação dos símbolos pagãos na cultura cristã, mostrando a "harmonia" de tal união nas formas de culto cristão. Apesar dessa união não ter ocorrido de forma harmoniosa como a demonstrada, mas intenção foi mostrar como a incorporação de símbolos pagãos dentro do catolicismo acabou se firmando de uma forma boa aos praticantes cristãos. 

Acima de tudo, a escola mostrou de forma respeitosa uma pquena parte da história do paganismo, seus conceitos e sua sobrevivência, mesmo que por detrás de outra cultura. Na colocação geral, a Mocidade ficou em 7º lugar, mas em matéria de respeito e integração social (análise feita por grupos informais da organização do desfile) ela conseguiu o primeiro lugar. E apesar do desfile da Grande Rio, trazendo o conceito deturpado do paganismo, o respeito levado pela Mocidade Independente foi o grande marco da cultura pagã no carnaval 2011.

 - Douglas Phoenix -

domingo, 13 de março de 2011

Casa Assombrada em Pernambuco

A seguir, compartilho um vídeo interessante que mostra uma reportagem da globo sobre uma atração de arrepiar em Pernambuco.

A Batalha de Hórus e Seth

Hórus já era um homem feito quando Ísis veio a ter com ele novamente, ela o ensinou a entrar em comunhão com o pai em Amentet (mundo dos mortos), e foi com Osíris que ele, Hórus, aprendeu a lutar e usar o arco e a flecha aprendeu a cavalgar e a domesticar os leões. Certa manhã a deusa Hator, filha de Rá, veio até o Nilo e avistou Hórus se banhando. A imagem do deus fez com que ela cantasse e dançasse de excitação e toda pessoa que ela fitava imediatamente se apaixonava.

Ela passou a ficar muito próxima de Hórus desde então, e ele nutria por ela o mesmo interesse. Mas ela não era a única a se apaixonar por Hórus. Néftis à muito tempo já havia deixado Seth e este casou-se pela segunda vez com Tauret (a mais antiga deusa da fertilidade). Quando Tauret soube sobre o jovem e viril falcão de Tebas, logo foi procurá-lo para fazer dele seu marido. Seth que já não gostava de Hórus por sua descendência e por medo de que o menino-falcão viesse cobrar o trono de seu pai, ficou ainda mais furioso com a notícia de que sua esposa tivesse o procurado. Enfurecido Seth colocou a coroa de guerra, pegou sua adaga e foi à procura de Hórus, como quem caça um javali. E a hora chegou, mas a luta entre Seth e Hórus seria longa e angustiosa; uma briga que aparecia não ter fim, na qual um e outro infringiam tanto mal como o que recebiam do seu adversário. E eles lutaram. Durante oitenta anos, suas facas se chocaram. Lutaram brandindo as clavas e atirando flechas. Os dois deuses emergiam do Nilo como homens, de pé sobre o dorso de crocodilos. Transformaram-se em Ursos, mordendo e dando patadas, transformaram-se em cobras, em feras selvagens, em asnos em falcões e leões. Transformados em hipopótamos, mergulharam nas águas claras do Nilo, apiedada, Ísis fez sua própria lança e, sem saber qual dos hipopótamos era seu filho, fincou sua arma nas costas de Hórus. Hórus precipitou-se das águas como uma pantera selvagem e correu atrás de Ísis, que fugiu como uma gazela amedrontada. Finalmente ele a apanhou, ergueu a faca e com um golpe arrancou-lhe a cabeça. Percebendo o que fizera, que sua cólera o traíra e que ferira Ísis mortalmente, Hórus deixou cair a arma e correu para as montanhas com a intenção de nunca mais voltar. Toth desceu a Terra e com palavras de magia colocou uma cabeça de vaca sobre os ombros de Ísis e a ressuscitou. Seth seguiu Hórus e o encontrou dormindo, sob o luar, debaixo de uma tamareira. Hórus acordou tarde demais, Seth já havia o agarrado. Com sua adaga que já havia rasgado Osíris, Seth arrancou os dois olhos de Hórus jogando-os ao sopé da montanha.


Hator, a deusa da festividade, da dança e da alegria encontrou seu amado Hórus deitado com a face virada para baixo. Ela começou a dançar e cantar para alegrar o deus. Quando viu que o deus-falcão estava sem os olhos, espremeu seu peito até que até as cavidades oculares de Hórus. O leite da deusa fez com que Hórus voltasse a ver. Tão penoso foi o combate entre Seth e Hórus que Toth, o deus da Lua e a divindade da ordem e a inteligência, se apiedou dos combatentes e interveio para mediar na disputa, levando ambos ao tribunal dos deuses e fazendo comparecer também Osíris, para que todos pudessem ouvir as razões de um e dos outros. O tribunal sentencia que, na longa e controversa vista da briga entre Seth e Hórus, que durou nada menos que oitenta anos, os direitos sucessórios de Osíris pertencem a Hórus. O filho póstumo de Osíris recuperava o que correspondia pela sua linhagem: a sucessão no trono de Egito. Assim, o filho era reconhecido pela divindade como soberano indiscutível, dentro da tradição clássica que adjudicava aos reis e aos reinos um sentido de vontade divina. Por esta sentença, Seth perde o seu poder sobre as terras negras e férteis do Egito, voltando a reinar apenas na terra vermelha, mas ele não é castigado nem afastado do mundo.

Seth passa a ser também uma divindade necessária ao ser acolhido por Rá, para que se ocupe nos céus de alternar a noite com o dia e deixe que sejam os reis os que governem sobre a terra.

Hórus, por sua vez, engendra quatro filhos: Imset (Amsiti), Hapi, Duametef (Tuemeft) e Quebsnauf (Kevsnef). Estes filhos, que acompanharão Osiris nos julgamentos aos mortos, também cuidam dos quatro pontos cardeais e se ocupam de velar pelas necessidades e pela saúde das entranhas de Osíris.
 
[Fonte: Blog Mitologias e Religiões]

quinta-feira, 10 de março de 2011

Mistérios Maias - As Raças (Parte Final)


Voltando do Feriadão de Carnaval, o blog volta ao seu funcionamento normal, então damos continuidade a série de postagens sobre os Mistérios Maias.


PRIMEIRA SUB-RAÇA:
Floresceu na Ásia Central, naqueles reinos desaparecidos da Ásia Central, cujas ruínas ainda existem nos Himalaias; rodeando o Tibet, existiram as poderosas civilizações espirituais da primeira sub-raça Ária.

SEGUNDA SUB-RAÇA: Floresceu na Índia e em todo o Sul da Ásia. Em Perlândia, a terra sagrada dos Vedas, no velho Indostão, existiram formidáveis culturas esotéricas e tremendas civilizações. Ali desenvolveu-se a segunda sub-raça Ária.

TERCEIRA SUB-RAÇA: Criou poderosas civilizações: Babilônia, Caldéia, Egito, foram cenário de ricas e poderosas civilizações criadas pela terceira sub-raça Ária.

QUARTA SUB-RAÇA: Desenvolveu-se em Roma, Grécia, Itália, Atenas. A grande cidade fundada pela deusa PALAS ATENAS e Roma antes de sua degeneração e destruição foram cenários maravilhosos onde se desenvolveram as poderosas civilizações da quarta sub-raça Ária.

QUINTA SUB-RAÇA: É a Anglo-Teuto-Saxônica, a primeira e a segunda guerras mundiais com toda a sua barbárie e corrupção moral, assinalam com seus dedos indicadores acusando aos homens e às mulheres da quinta sub-raça Ária.

SEXTA SUB-RAÇA: O resultado da mescla dos conquistadores espanhóis da sexta sub-raça no território pele vermelha foi muito difícil, porque os conquistadores ingleses em vez de mesclarem-se com os indígenas os destruíram assassinando-os. Somente de maneira insignificante e incipiente realizou-se tal mescla de sangue. Por isso a FRATERNIDADE OCULTA viu-se na necessidade de converter o território Norte Americano num crisol de fundição de raças. Nos Estados Unidos todas as raças do mundo mesclaram-se, para formar-se a sexta sub-raça, com enorme dificuldade. A sexta sub-raça, na América Latina, formou-se facilmente e isto é algo que não devem ignorar os tratadistas da antropogênesis e do ocultismo.

SÉTIMA SUB-RAÇA: Por enquanto ainda não existe, porém existirá, será formada pelos sobreviventes do novo cataclismo que dentro em pouco destruirá a raça Ária. A raça Ariana em vez de evolucionar, involucionou e sua corrupção agora é pior do que a dos atlantes em sua época, sua maldade é tão grande que já chegou ao céu. A raça Ariana será destruída para que se cumpram as profecias feitas por Ra-Mu na submersa Atlântida: “SE ELES ESQUECEM-SE DE QUE DEVEM SER SUPERIORES NÃO PELO QUE ADQUIREM E SIM PELO QUE DÃO, a mesma sorte tocar-lhes-á”.

Espero que tenham gostado da série de postagens sobre os Mistérios Maias.

terça-feira, 8 de março de 2011

Esclarecendo questões sobre a postagem "INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: Igreja católica lança na Inglaterra um manual ensinando a como 'converter' bruxas"

E agora nesse período de carnaval, entre muita festa e outras nem tanto assim, venho aqui me colocar a cerca de uma postagem feita nesse blog.

A postagem "Intolerância Religiosa: Igreja Católica lança na Inglaterra um manual ensinando a como 'converter' bruxas" causou bastante polêmica e indignação. Muitos gostaram da matéria, mas como não se pode agradar a todos, também recebi algumas críticas e gostaria de debatê-las aqui no blog para que não restem nenhum mal entendido.

Um dos questionamentos foi a cerca da veracidade da matéria. Bem, o texto escrito por mim foi baseado em matérias de sites estrangeiros e alguns nacionais, em que o principal deles, Daily Mail, foi o ponto base da matéria. O manual em si não pode ser analisado por mim na íntegra, pois o mesmo não está disponível na Internet nem aqui no Brasil. Para conferirem é só procurarem sobre o assunto em sites de pesquisa.

O Jornal O Bruxo Pernambuco não publica matérias de imprensa marrom, ou seja, as postagens feitas aqui são analisadas de diversas fontes para que daí então sejam publicadas. Tentamos ao máximo, trazer aos nossos leitores, trazer textos interessantes e reais.

Uma outra questão é o fato da matéria se tratar de uma "cisma" com as vertentes Cristãs. O blog tenta ser o mais democrático possível e livre de preconceito e discriminação, sendo assim, não trazemos conceitos de intolerância religiosa. Sendo assim, não publicamos a matéria a fim de difamar o nome de outras formas religiosas, no caso o Catolicismo. Qualquer forma religiosa ou espiritual é sempre muito boa, desde que as práticas de respeito entre a pluralidade delas seja feita. O texto apenas criticou a atitude da autora do livro e a de alguns líderes de grupos religiosos que apoiam atos discriminatórios. Esses atos são totalmente contra os conceitos de ética ocidental de nossa atualidade, então casos como esse, seja cometido de cristãos por neopagãos, quanto o contrário. Qualquer ato que insiste a intolerância religiosa deve ser combatida. Se caso passamos uma ideia errada, queiram nos desculpar, pois essa não é a função do blog.

Um outro caso foi o questionamento sobre se o proselitismo seria uma forma de discriminação? Preferi não comentar sobre isso agora por ser um assunto longo e polêmico, assim deixando para uma futura postagem.

Por fim, eu gostaria de agradecer aos comentários bons ou ruins, pois é assim que podemos construir um trabalho melhor. Apenas queria pedir que toda forma de comentário deve ser feita na base do respeito. Críticas são sempre boas, desde que não sejam ofensivas.

No mais, é isso. para qualquer coisa, o e-mail de contato está no link 'Fale Conosco', ou até mesmo por comentários aqui no blog.

Abraços a todos e bom feriadão.

- Douglas Phoenix -

domingo, 6 de março de 2011

Mistérios Maias - As Raças (Parte 2)

QUINTA RAÇA: ÁRIA. Somos nós. Terminará com um grande cataclismo.
Está perfeitamente descrito no Ahau KATUN, que é o décimo terceiro que se conta; CABALIXBACH; CHACHALACA, povoado KINCHIL COBA. CHACHALACA de ROSTO SOLAR, é o assento do décimo terceiro KATUN “Enegrer-se-á o ramalhete dos senhores da terra pela universal justiça dos Deuses do Céu, Nossos Senhores”. “Voltar-se-á o sol, voltar-se-á o rosto da lua”. E o final de uma Era se torna vigente ao olhos daqueles que nada querem ver.
“Será o tempo em que se levantam os homens de dois dias, (os julgadores da verdade) no rigor da lascívia; filhos de maus e perversos, cúmulo de nossa perdição e vergonha”.
Dedicados serão nossos infantes a “flor de maio” e não haverá vem para nós. “Será origem de morte pelo mau sangue ao sair da Lua, e ao entrar a Lua cheia
acontecerá o sangue inteiro”. “Também os astros bons luzirão sua bondade sobre os vivos e sobre os mortos”.
Isto diz textualmente o livro dos livros de CHILAM BALAM, jóia sagrada do povo
maia.

SEXTA RAÇA: CORADI. Sairá depois do cataclismo da quinta raça, viverá numa terra transformada.

SÉTIMA RAÇA: Será a última. Necessário falar-se das 7 Rondas Planetárias:
Depois destas sete raças a Terra converter-se-á em uma nova Lua. Na primeira ronda, nossa Terra foi criada com matéria do plano mental. Na Segunda ronda, nossa Terra condensou-se na forma etérea e na atual ronda, a Terra cristalizou-se na forma física e química. É urgente saber que a terra físico-química evoluciona sob as leis do Carma planetário. A futura quinta ronda desenvolver-se-á no mundo etérico. A Sexta ronda, no mundo astral e a sétima ronda no mundo mental. Depois virá a grande NOITE CÓSMICA.

Na primeira ronda as evoluções foram muito pobres, o mesmo acontecendo na segunda e na terceira. O fogo rendeu pouco nessas três precedentes rondas planetárias. O resultado temos observado esta quarta ronda onde vivemos. Causa espanto o homem lucífero desta quarta ronda. O fogo planetário, pouco desenvolvido e sobrecarregado de Carma planetário devido aos poucos rendimentos das rondas precedentes, produziu neste nosso mundo físico uma evolução lenta e pesada, terrível.
As três rondas anteriores deram pouco resultado devido ao Carma planetário. Os Deuses da natureza trabalharam muitíssimo para criar seres auto-conscientes. Os deuses tiveram que fazer difíceis experimentos nos laboratórios da
Natureza. Embora, seja bom saber, que a luta dos deuses para criar o homem, ainda
não terminou. Todavia o ser humano, o chamado humano, tem que renunciar muito ou
estará nos jardins zoológicos do futuro.
O reino de Malchut é um filtro terrível, quem desejar livrar-se dessa roda fatal
do Samsara, tem que dissolver o ego e encarnar sua alma. Raros são os que o
conseguem.
O resíduo deste filtro é o comum e corrente e a este leva o homem ao abismo, o
ouro, o seleto, o homem verdadeiro é aquele que tem encarnados sua alma e seu
espírito e depois da morte vive desperto nos mundos internos.
A Natureza é implacável e o nascimento de um anjo-homem custa milhões de
vítimas. “Muitos são os chamados e poucos são escolhidos”.
Aqueles que sustentam que o homem vem do macaco, estão totalmente
equivocados. Realmente é o macaco que vem do homem. A transformação das
espécies e as evoluções darwinistas são falsas. Ninguém viu nascer uma nova espécie.
Realmente, todas as espécies viventes, são excepcionais ou exceções de algumas
poucas, são resíduos viventes do reino humano.
O homem atual descende dos gigantes anti-diluvianos, como anteriormente
explicamos. Toda raça tem sete sub-raças. A semente de nossa raça ariana, é nórdica,
mas ao mesclar-se com os sobreviventes atlantes deu origem as sub-raças do tronco
Ário.

sábado, 5 de março de 2011

Mistérios Maias - As Raças (Parte 1)


Em meio a tantos sites com feitiços de banca de jornal, o Jornal O Bruxo Pernambuco preparou para os seus leitores uma série de postagens a cerca de conceitos super interessantes, porém pouco difundidos. A antiga civilização Maia guardava vários segredos, além de ter conceitos e ideologias super interessantes e algumas até bem avançadas para a sua época. Essa série de postagens tenta retratar uma dessas ideologias, as Raças. Espero que gostem.

Todos os planetas têm 7 raças e 7 sub-raças.

Nosso planeta Terra já deu 5 raças, faltam duas.
Depois das 7 raças e já transformada pelos cataclismos, converter-se-á a Terra através dos milhões de anos em uma nova Lua.
Toda vida involucionante e evolucionante veio da Lua. Quando a grande vida abandonou a Lua, esta morreu e converteu-se em deserto. Na lua também existiram 7 raças cada uma com suas 7 sub-raças. A alma lunar, a vida lunar está atualmente involucionando e evolucionando em nosso planeta Terra. ASSIM É COMO REENCARNAM-SE OS MUNDOS.

Os astecas dizem que os homens da primeira raça foram gigantes extraordinários de cor negra, muito civilizados. Uma raça andrógina; assexual, semi-física, semi-etérica. Os indivíduos podiam reduzir seu tamanho ao de uma pessoa normal da atual raça Ária. Os rituais e sabedoria foram portentosos. A barbárie não existia naquela época. Esta raça divina foi devorada pelos tigres da sabedoria.

O REGENTE DESTA RAÇA FOI O DEUS TESCATLIPOCA. Cada indivíduo era um mestre de sabedoria. A reprodução realizava-se por ato fissíparo, o qual é similar ao sistemas de reprodução das células orgânicas mediante o processo dedivisão celular. Assim como o organismo pai-mãe; dividia-se em dois. O filho andrógino continuava sustentando-se por um certo tempo do pai-mãe. A primeira raça viveu na Ilha Sagrada, situada na calota polar Norte. TODAVIA EXISTE A REFERIDA ILHA PORÉM EM ESTADO DE JINAS, DENTRO DA QUARTA
VERTICAL.

A SEGUNDA RAÇA: Foi governada por QUETZALCOALTL, foi a humanidade hiperbórea. A Segunda raça degenerou-se convertendo-se em símios, antepassados dos atuais macacos. Reproduziam-se pelo processo de brotação, tão comum entre os vegetais. Do trono brotam muitos ramos. Foram arrasados por fortes furacões.

A TERCEIRA RAÇA: Foi a raça lemuriana que habitou o que é hoje o Oceano Pacífico. Pereceram pelo sol de chuva e fogo (vulcões e terremotos). Essa raça era governada pelo deus asteca TLALOC. A reprodução era por gemação. A Lemúria foi um continente muito extenso.
Os lemurianos que degeneraram-se tiveram mais tarde rostos semelhantes aos dos pássaros. Por isso os selvagens, recordando a tradição, adornam-se com plumas em suas cabeças.

A QUARTA RAÇA: Foram os atlantes. Esteve sob a regência do deus asteca ATONATIUH. Terminou com uma grande inundação. As tribos pré-colombianas da América são seus descendentes, assim como os chineses primitivos, os primitivos egípcios, etc.

[Fonte: WEOR, Samael Aun. Os Mistérios dos Antigos Maias - Develação dos Segredos das Ruínas de COPAN - HONDURAS. Ed. Ática, 1977.]

quinta-feira, 3 de março de 2011

A Mulher e o Lobo


Uma mulher saudável é muito parecida com um lobo, grande força de vida, doação de vida, ciente de seu território, intuitiva e leal. Porém, a separação de sua natureza selvagem faz com que uma mulher torne-se escassa, ansiosa, e temerosa.

A natureza selvagem contém a medicina para todas as coisas. Ela transporta histórias, sonhos, palavras e canções. Ela carrega tudo o que uma mulher precisa ser e saber. Ela é a essência da alma feminina...

Com a natureza selvagem como aliada e professora, nós não vemos apenas através de nossos olhos, mas através dos muitos olhos da intuição. Com a intuição nós somos como uma noite estrelada, nós observamos o mundo através de milhares de olhos.

Isto não significa perder as socializações básicas de uma pessoa. Isto significa totalmente o oposto. A natureza selvagem tem uma integridade vasta com ela. Significa estabelecer território, encontrar o grupo de uma pessoa, estar num corpo com certeza e orgulho, falar e agir a favor de si mesma, estar consciente, extrair os poderes naturais da intuição feminina e elevar-se com dignidade, proceder como um ser poderoso que é amistoso, mas nunca domesticado.

A mulher selvagem é aquela que troveja na face da injustiça. Ela é aquela pela qual nós abandonamos o lar para procurar e aquela pela qual nós retornamos ao lar. Ela é intuição, consegue ver longe, ouvir profundo, e ela tem um coração leal.

Ela deve vagar pelas antigas sendas, defender seu conhecimento instintivo, orgulhosamente ostentar as cicatrizes da batalha da sua época, escrever seus segredos em paredes, recusar ser envergonhada, liderar o caminho, ser astuta e usar sua perspicácia feminina.

Onde podemos encontrá-la? Ela caminha nos desertos, cidades, florestas, oceanos, e na montanha da solidão. Ela mora nas mulheres em todos os lugares: em castelos com rainhas, nos escritórios e nos transportes públicos, à noite, quando dirige-se para o seu lar.

Ela mora num local distante que abre caminho através do nosso mundo. Ela mora no passado e é convocada por nós. Ela está no presente. Ela está no futuro e caminha de volta no tempo para nos encontrar agora.

Mulher selvagem sussurra as palavras e os caminhos para nós, e nós a seguimos. Ela corre à nossa frente, mas pára e espera para ver se nós a estamos a acompanhar. Ela tem muitas coisas para nos mostrar.

Quer você possua um coração simples ou ambicioso, quer você esteja tentando alcançar o grande sucesso ou apenas atingir o dia de amanhã, a natureza selvagem pertence a si.

Não seja uma palerma. Volte e fique sob aquela flor vermelha e caminhe, directo em frente para superar o último quilometro mais difícil. Escale até à caverna, rasteje através da janela de um sonho, examine o deserto e veja o que encontra. É o único trabalho que tem de fazer.

Sem nós, homens, a mulher selvagem morre. Sem a mulher selvagem, nós morremos. Para a verdadeira vida, ambos devemos viver.

O instinto maternal em cada um de nós é a Medicina do Lobo. Pois o Lobo é uma progenitora, e um progenitor. De forma simplificada, isto significa que o lobo detém a energia paternal e maternal na sua vibração. Esta é a verdadeira Medicina do Lobo. A Medicina do Lobo com a qual uma mulher caminha, que ela chama de intuição, é o Lobo amigo dela. No antigo caminho, o lobo amigo era conhecido por vir ao vilarejo proteger as crianças.

Esta energia do lobo amigo vem do sobrenatural. É a parte sobrenatural da mulher que sabe como alterar seu amor, sua intenção, e suas habilidades de criação para a forma do Lobo. Assim, ela vem ao vilarejo na forma de uma Loba, para proteger as crianças e os mais velhos carentes.


[Fonte: The Soul of the Indian. Dr Charles Alexander Eastman, 1911; born Ohiyesa of the Santee Sioux, in 1858.]

 
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