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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Sexo e paganismo na abertura do Festival Internacional de Cinema

Teve início no dia 02 de Julho o FIDMarseille, Festival Internacional de Cinema, que acontece na França até o dia 08 de Julho. Além da competição, o festival reúne cineastas para a discussão sobre os mais diversos projetos cinematográficos e definição do futuro do cinema mundial. A abertura do evento se deu com com a apresentação do último trabalho russo Aleksei Fedorchenko, realizador de filmes como Silent Souls. 

Recuperado a região onde filmou essa obra, e pegando em 23 segmentos que acompanham as mulheres de Mari, uma povoação na região no norte da Rússia e que se distingue da restante nação pela manutenção das suas tradições pagãs, bem longe do moralismo cristão (católico ou ortodoxo), Fedorchenko convida o espectador a seguir uma série de histórias individuais ou coletivas que transpiram a sexualidade e o misticismo que já deu a este Celestial Wives of the Meadow Mari (Nebesnye zheny lugovykh mari) o apelido de Decameron do leste. Esse mesmo apelido acaba por justificar a inclusão do filme como obra de abertura do certame, pois um dos grandes momentos do FIDMarseille é mesmo uma grande retrospetiva e homenagem a Pier Paolo Pasolini – que em 1971 realizou esse mesmo filme.

Escusado será dizer que o espectador comum sentir-se-a como um ovni no meio das histórias aqui retratadas em modo calendário da população, muitas delas apresentadas de forma curta e onde o surrealismo transparece com a exposição à letra de muitos dos mitos e folclore da zona, como o da criatura que vive nas florestas, ou um pássaro comum numa ravina que habita a vagina de uma mulher amaldiçoada, ou ainda a mulher que perde o apetite pela vida a não ser que peça perdão a uma árvore.

É assim entre risos, alguma estupefacção mas sempre fascínio que o espectador se deixa envolver num filme que tem de ser visto para se crer.

Fonte consultada: C7nema

quarta-feira, 3 de julho de 2013

II Encontro Pernambucano de Neopaganismo estremece solo nordestino



Entre os dias 12, 13 e 14 de Julho, no Centro Cultural Luiz Freire, em Olinda, Pernambuco se torna palco de um dos gritos do movimento pagão nordestino. O Encontro Pernambucano de Neopaganismo entra em sua segunda edição, prometendo trazer explosões de conhecimento e alegria em três dias de muitas atrações.


O evento conta com palestras, mesas-redondas e vivências sobre variados temas da policromia pagã no Brasil. Debates e explanações sobre os movimentos reconstrucionistas, xamânico e wiccan, bem como uma palestra abordando o Panteísmo compõem algumas das atrações desse ano. O evento é inteiramente gratuito e as inscrições podem ser feitas através do envio do formulário <http://migre.me/fhQqK> para o endereço: jose_polank@hotmail.com


Em sua primeira edição, no ano passado, o encontro contou com a presença de mais de 150 pessoas, vindas de diversos estados das regiões Norte e Nordeste. Venha fazer parte desse rugido que pretende estremecer o solo desse Leão do Norte.


Mais informações: encpenp.blogspot.com
                                 www.facebook.com/ENCPENP

Confira a programação

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Runenmagie: Runas e a História - Parte I

Hail!* 
E chega a nossa Sexta-Feira em honra à Mardoll (Freyja) e suas runas!
Como prometido, vou começar a explanação do que são runas sob a ótica histórica (registros, teorias e arqueologia) e a visão mitológica (Aesir e Wanen). Estas últimas ainda tem subdivisões bastante interessantes que iremos explorar ao longo do tempo.



RUNAS E A HISTÓRIA



Dentro do imaginário popular, se pensarmos rapidamente na origem de instrumentos ligados à magia e ao paganismo, principalmente os envoltos de mistérios (como Runas e Tarot) temos a tendência de deixar a fantasia vagar e pouco nos fixamos nos fatos.
Assumo que para mim, descobrir que as runas tem registros válidos em tempos mais recentes do que eu previa foi um baque num chão raso. Em minha concepção, a história e os mitos se mesclavam em dado ponto em certa época. Tive por base teorias exotéricas que tentavam comprovar a veracidade de mitos, e nisso me perdi. Caindo em eloqüência somente posteriormente, com um estudo superficial e compreensão mais ampla sobre o assunto.

Runas, como as conhecemos hoje, para chegarem a este ponto sofreram grandes e diversas mudanças durante os anos em que se disseminaram pela Europa. Como já citado, em vários pontos distintos do continente foram encontrados registros e artefatos que comprovam a utilização dos talismãs e do alfabeto rúnico gravados em rochas. Ainda com todo este material, não se pode precisar em que época se deu a origem real dos grifos. O período mais convincente é o que se situa próximo ao ano 1300 AEC. Com esta falta de registros mais sólidos, os historiadores, pesquisadores e antropólogos tomam o rumo da especulação e com os rastros encontrados parte-se então para a formulação das teorias.

1-      Teorias

Das quatro mais conhecidas e divulgadas, duas já foram descartadas por não serem compatíveis com outros achados arqueológicos e as datas não são convincentes.
São elas:

- Latina/Romana: defende que o as runas foram originadas de uma adaptação do alfabeto latino. A semelhança entre alguns símbolos e as letras é o que dá base à teoria. Contudo, achados arqueológicos anteriores à data atribuída de quando teria ocorrido a origem do alfabeto tornam a versão inválida.

- Grega: posterior à romana, diz que os godos reformularam a escrita cursiva dos gregos e exportaram esta nova escrita por certa região da Europa (Mar Negro – Escandinávia). Vários achados na Rússia e Romênia comprovam a teoria, mas datas desencontradas também dão invalidez à hipótese.

Essas duas teorias formuladas nas últimas décadas de 1800 por mais que já descartadas, ainda têm validade para alguns. Porém não são mais bem aceitas dentro das vistas acadêmicas, por motivos óbvios.

As que tem mais respaldo histórico e que tem uma certa lógica são as seguintes:

- Etrusca: diz que as runas teriam surgido do alfabeto do povo etrusco que vivia ao norte ibérico e que eles teriam difundido-as pelos povos teutônicos e posteriormente pelo resto da Europa. Em favor desta teoria tem a descoberta de diversos artefatos arqueológicos com símbolos semelhantes às runas gravados neles do século IV AEC, além de outro oráculo inscrito em varetas com um sistema bastante semelhante ao rúnico. Por mais que a semelhança de alguns símbolos seja indiscutível, o alfabeto etrusco ainda não foi compreendido nem decifrado, logo não se pode dizer que eles e as runas tem realmente uma ligação efetiva, apenas que houve um ponto de encontro.

- Hallristinger: (mais aceita pelos historiadores acadêmicos) tem como base a semelhança das runas com as inscrições rupestres datadas em 1300-800 AEC (Idade do Bronze e Ferro).
Estas inscrições eram símbolos religiosos provavelmente ligados a um xamanismo europeu primitivo. Os caracteres não deixam sobrar dúvidas de que estão ligados a adoração ao Sol e ao Sagrado Feminino, além de ter a presença da famosa suástica, símbolo de fertilidade e que remete a fenômenos climáticos e astrológicos. Sobre o alfabeto Hallristinger pode-se deduzir que assim como as runas eles eram um sistema simbólico para expressar a sabedoria e os mistérios sagrados.
Segundo a teoria, as runas teriam sido resultado de uma modificação causada pelas várias gerações e transmigrações destes antigos símbolos rupestres estacionado entre os etruscos e os teutônicos onde conseguiram uma identidade própria e se tornaram uma linguagem escrita – ainda mantendo toda a simbologia sagrada.

Sob a ótica histórica, particularmente sou seguidor da última teoria. Fazendo uma revisão antropológica, a ligação entre as runas, seus portadores e usuários e o alfabeto que as originou tem uma linearidade mais convincente e provável.
Ainda podemos encontrar mais duas visões bastante difundidas. Classificadas como esotéricas, estas teorias nos remetem a compreensão de um outro mistério mundial. São representadas por dois grandiosos e bastante reconhecidos pesquisadores e runólogos: Guido Von List e Friedrich Berhnard Marby.
As correntes esotéricas afirmam que as runas sejam códigos cósmicos que teriam sido herdados de uma cultura antediluviana de povos evoluídos que habitavam terra lendárias.
List defende que as runas teriam sido trazidas por sua concepção do que foram os arianos.  Já Marby aponta que as runas vieram de Thule que afundou no Mar Norte há milênios atrás.
Continua...
* Nota: uma correção deve ser feita em relação ao meu primeiro texto em que usei “Heil”. Escrevi a fonética ao invés da palavra correta. No mais, “Hail” é uma saudação em alemão.


Bibliografia consultada:- FAUR, Mirella. Mistérios Nórdicos: deuses, runas, magias, rituais. Ed. Pensamento, 2007- Runemal (www.runemal.com)- MonteMor (www.marquesdemontemor.blogspot.com.br)

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Indígenas falam sobre sua espiritualidade

A seguir, confira o documentário "Sabedoria da Mata: Pajelança e Espiritualidade Indígena", produzido com indígenas de aldeias Tupinikim e Guarani do município de Aracruz, no Espírito Santo. O pajé Guarani Tupã Kwaray e a viúva do pajé Tupiniquim falam sobre sua espiritualidade ligada a magia e a natureza.


* Produção, Roteiro, Imagens e Edição: Rafael Nolêto.
* Apoio: Angela Monteiro, Sury Monteiro.
* Entrevistados: Pajé Guarani Tupã Kwaray, Índio Tupiniquim Manoel Pêgo, Maria da Penha (Esposa do Pajé).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Índios do Pará lançam livro para preservar sua cultura


O "avanço" da sociedade moderna tem causado sérios impactos aos povos indígenas, tomando como foco o Brasil, onde diversas tribos tem sofrido uma queda na sua população, perda de sua cultura e seus direitos tem sido deixados de lado, fazendo com que as tradições e as línguas trazidas por essas tribos beirem ao desaparecimento. Alguns estudiosos afirmam que a população indígena brasileira no século XVI estimava-se entre 2 e 4 milhões de habitantes distribuídos em mais de 1.000 povos diferentes. Segundo dados da FUNAI (2010), atualmente existem mais de 800.000 índios, distribuídos em aproximadamente 350 tribos, representando 0,4% da população do país.


Um dos principais fatores que agravam essa situação é a contínua perca de território, muitas vezes gerada pelo avanço do agronegócio, madeireiras ilegais ou políticas governamentais mal planejadas e até infundadas, como pretende ser o projeto da hidrelétrica de Belo Monte no Xingú. Com essa constante perda de território, sua cultura também acaba por ser denegrida, onde tribos acabam beirando ao desaparecimento, e assim suas práticas, únicas em todo o mundo, correm o sério risco de serem perdidas frente a esse "progresso".

Sob a ameaça de perder sua cultura e suas raízes, uma aldeia indígena produziu e publicou um livro e um vídeo que deixam marcados e registrados seus hábitos e rituais. A tribo ainda criou uma gramática da sua língua para salvá-la da extinção. O idealizador do projeto, cacique Krohokrenhum, é o líder dos Parkatejê, uma comunidade com pouco mais de 400 pessoas em um terreno de 62 mil hectares no centro do estado do Pará.

Os índios ainda falam que a tomada indevida de suas terras pelo "homem moderno" é o que vem causando essa ameaça. Além disso, o desinteresse dos mais jovens em prosseguir na tribo é crescente, o que faz com que essa cultura se restrinja a pessoas de maior idade e que dificilmente passarão adiante seus ritos. "Viver sem raízes é como uma noite sem estrelas, você se perde. Nossa cultura é o que ainda nos resta, uma maneira de preservar nossas raízes, para que estas não se percam com o tempo", diz o cacique Krohokrenhum.


Texto de Douglas Phoenix
Fonte consultada: Folha.com

domingo, 9 de outubro de 2011

O Documentário "A Teia Pagã" é uma das atrações da Virada Multicultural


O Documentário "A Teia Pagã" relata o movimento neopagão no Brasil, focando no estado do Piauí. O documentário produzido por Rafael Nolêto é uma das atrações da MOSTRA AUDIOVISUAL NORDESTE DA VIRADA MULTICULTURAL DO RECIFE – Conexão Nordeste.

48 horas de música, artes cênicas, cinema, literatura, artes visuais, gastronomia e atividades formativas e recreativas, espalhadas por diversos equipamentos culturais do Recife: mercados, parques, ruas, museus, cinemas e teatros. O Projeto criado pela Prefeitura do Recife convida todos a vivenciar sua cidade e a produção artística da capital multicultural do Brasil, proporcionando aos grupos culturais e artistas, das diversas linguagens e localidades da cidade do Recife e do Nordeste, difundir sua cultura, realizar intercâmbio, oportunizando a estes a formação de platéia.

O Documentário será exibido na Biblioteca de Afogados no dia 14 de Outubro (sexta-feira). A sessão de exibição de documentários começa às 18hs e vai até as 21h30. Confira a programação! Venha e espalhe sua cultura!


CULTURA NA VEIA!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Estônia, tida como o país menos religioso do mundo, preserva os cultos pagãos

Um pesquisa feita pelo Intituto Galup, de 2009, indica que os estonianos são o povo menos religioso do mundo, segundo as estatísticas. Uma comparação foi feita com Bangladesh, onde 99% dos entrevistados responderam que a religião desempenha um importante papel em suas vidas, contra os estonianos, onde apenas 16% concordaram com essa informação.

O país lembra um típico país cristão, porém uma olhada mais atenta revela que a maior parte das pessoas que frequentam as cerimônias religiosas da Igreja Luterana de Tallinn eram turistas holandeses, que dentre as 95 pessoas presentes, apenas 15 eram estonianos. Apesar da Igreja Luterana ser a maior denominação religiosa do país, ela apenas representa 13% da população. Essa falta de interesse pelas religiões cristãs surge nas escolas, onde os alunos aprendem que o Cristianismo foi imposto no país pelos invasores dinamarqueses e germânicos, além de outros fatores.

Após desintegrada da antiga União Soviética, a Estônia, ao contrário de outros países, continuou, praticamente, com o mesmo número de pessoas religiosas. Porém a falta de ligação a igrejas tradicionais não significam que eles não mantenham sua espiritualidade bem formada. A cultura pagã do país persiste bem forte, como pode ser visto em uma floresta a 300 km de Tallinn, onde um grupo de pessoas cultuam as formas da natureza.

"Somos pagãos", diz Aigar Piho. "Nosso deus é a natureza. Você deve parar, sentar e ouvir". Membro da comunidade Maasuk, um culto pagão que venera a terra e as árvores, sem rituais pré-estabelecidos. Essas tradições, enraizadas no país podem corresponder a 50% da população que se denomina espiritualista.

Porém o arqueólogo Tonno Jonuk, especialista em religião pré-histórica afirma que tais cultos são baseados em folclore do século 19 e 20, e não necessariamente anteriores ao cristianismo. Em contrapartida, o grupo Maavalla Koda, atualmente com 400 integrantes, discorda dessas afirmações, onde também afirmam que sua organização se baseia no antigo calendário rúnico. 

Apesar das discordâncias, o resgate aos antigos cultos pagãos continua firme no país europeu e com perspectivas, baseadas na pesquisa, de que o número de pessoas com essa concepção aumente cada vez mais.

Texto de Douglas Phoenix
Matéria oficial: BBC Brasil

segunda-feira, 14 de março de 2011

Paganismo e Respeito no Carnaval 2011

Em meio a tanta festa, tantos ritmos e tantas cores nesse carnaval, o desfile das Escolas de Samba é um espetáculo de criatividade, talento e alegria, mas esse ano teve algo a mais. Nos últimos tempos, diversas escolas tem abordadot emas que resgatam os conceitos pagãos.Esse ano a Escola Mocidade Independente de Padre Miguel, do Rio de Janeiro,veio para a Sapucaí com o tema 'Raizes', tentando assim demonstrar a base e história do carnaval. Sendo assim, como não podia deixar de ser, ela já começa o seu desfile com a passagem do inverno e chegada da primavera e as celebrações aos Deuses nessa passagem.

A escola ainda trouxe para o desfile o Banquete de Isis, deusa da Agricultura; O festa de Baco, deus do vinho e da festa; o Festival de Saturnália; além de elementos da mitoliga grega como as ninfas e toda a bateria da escola caracterizada como faunos. 
"O enredo de 2011 cita o nascimento do cristianismo em Roma e a perseguição ao carnaval praticada pela recém-nascida religião que tentava esconder suas raízes pagãs." declara Cid Carvalho, organizador geral do desfile da Mocidade.

Além das festas na cultura greco-romana, ainda passa pelo carnaval de Veneza e finalmente "o rito das festas agrícolas desembarca no Brasil. Na Terra em que se plantando tudo cresce e floresce, as sementes desses rituais se enraízam na cultura popular do país de norte a sul."

E para finalizar, o desfile terminou com um carro alegórico que trouxe a incorporação dos símbolos pagãos na cultura cristã, mostrando a "harmonia" de tal união nas formas de culto cristão. Apesar dessa união não ter ocorrido de forma harmoniosa como a demonstrada, mas intenção foi mostrar como a incorporação de símbolos pagãos dentro do catolicismo acabou se firmando de uma forma boa aos praticantes cristãos. 

Acima de tudo, a escola mostrou de forma respeitosa uma pquena parte da história do paganismo, seus conceitos e sua sobrevivência, mesmo que por detrás de outra cultura. Na colocação geral, a Mocidade ficou em 7º lugar, mas em matéria de respeito e integração social (análise feita por grupos informais da organização do desfile) ela conseguiu o primeiro lugar. E apesar do desfile da Grande Rio, trazendo o conceito deturpado do paganismo, o respeito levado pela Mocidade Independente foi o grande marco da cultura pagã no carnaval 2011.

 - Douglas Phoenix -

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

"O Oráculo Animal dos Druidas " de Philip Carr-Gomm | A tradição dos animais sagrados na espiritualidade druídica


A Zéfiro editou a versão portuguesa da obra "O Oráculo Animal dos Druidas", da autoria de Philip & Stephanie Carr-Gomm, responsáveis pelo maior grupo druídico a nível mundial, a Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas (OBOD).

Trata-se de um livro em capa dura, que explora a simbologia dos animais sagrados da tradição druídica, partindo de antigas fontes literárias da Grã-Bretanha. O livro é acompanhado por um conjunto de cartas a cores, ilustradas por Bill Worthington, ele próprio um membro da Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas.

Tendo as suas raízes longínquas na antiga sociedade celta e tendo praticamente desaparecido com a implantação do Cristianismo na Europa, o Druidismo ganhou um novo fôlego a partir do séc. XVIII e é hoje um caminho espiritual seguido por milhares de pessoas em todo o mundo, caracterizando-se sobretudo pela sua profunda ligação à Natureza e pelo respeito por todas as formas de vida.

2010 foi um ano histórico para o Druidismo, pois foi reconhecido como religião oficial pelo Reino Unido, gozando agora de um estatuto social de igualdade com outras correntes espiritualistas já estabelecidas.

A Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas (OBOD) está também a implantar-se em Portugal e tem já uma página na internet: www.obod.pt

Livro ilustrado por Bill Worthington

[Fonte: O Rio.pt]

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Nordeste feito a mão


O Jornal O Bruxo Pernambuco não apenas trata de temas mágickos, como também trata da cultura de nosso estado e de nossa região. Tendo em vista isso, lá vai uma dica muito interessante de leitura baseada na cultura de artesanato no Nordeste.

A Editora Coqueiro apresenta o mais atualizado e completo guia do melhor artesanato que se faz no Nordeste do Brasil.
Um catálogo totalmente ilustrado com extensa pesquisa histórica, iconográfica, fruto de expedição por mais de 16 mil quilômetros, alcançando 120 cidades, entrevistando 420 artesãos, para resultar em documentários de TV já assistidos por cerca de 30 milhões de pessoas.
Este catálogo é um resumo daqueles documentários além de excelente pesquisa e valioso documento sobre a arte popular.
Um guia e roteiro para quem quer comprar artesanato ou simplesmente visitar e conhecer a mais forte manifestação cultural da região.

 
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