quarta-feira, 31 de março de 2010

Hora do Planeta ou apenas mais uma hora de inconsciência?


No último domingo, 28 de março, foi realizado um evento em benefício do meio ambiente, chamado "Hora do Planeta". O manifesto consiste basicamente em que as pessoas em suas casas, durante uma hora, estipulada pelos organizadores, desliguem as luzes e eletrodomésticos de suas casas, reduzindo assim o consumo de energia.

Muitos podem até discordar de mim, mas a esse manifesto é só mais um dos grandes eventos que não ajudam em nada. Se formos avaliar, caso realmente as pessoas desliguem seus objetos de consumo de energia por uma hora, quando acabar a necessidade por eles será maior, fazendo com que pessoas em todos os cantos entrem ao mesmo tempo, o que acaba por impelir num aumento muito rápido do consumo de energia.
Outra coisa, não se deve estipular um dia, no caso uma hora, para reduzir o consumo de energia, isso é uma questão de consciência social que deve ser feito todos os dias, só assim a redução seria considerada considerável.

O governo pode fazer o que quiser para conscientizar a população, mas o que realmente resulta em uma mudança no comportamento social é, primeiro de tudo, se reconscientizar sobre sua atuação no meio em que vive, ão só no âmbito ambiental, mas social.


A segunda é uma boa educação familiar acerca do problema, pois a maioria das coisas que levamos em nossa vida são construídas através de nossa caonvivência familiar, ou seja se os pais e familiares ensinarem e atuarem nessa conscientização a pessoa leva isso à frente por toda sua vida.


A terceira coisa a por em questão é a posição da escola, que apesar de uma pequena evolução, não tem dado o real valor as questões ambientais que são tratados em sala de aula, fazendo com que seus alunos não se tornem pessoas ativas na sociedade.


Se não tivermos essas três questões bem fundamentadas nada poderá ser consideravelmente bom. Nós bruxos temos um papel muito importante nessa mobilização, pois somos parte daquilo que está sendo destruído. Faça sua parte nem que seja mínima, cada coisa pode parecer pequena, mas pode causar fortes danos. Pense nisso.


Muito obrigado a todos.


- Douglas Phoenix -

Cristais: Granada

- Granada Espessartita -

Texto retirado do Bruxaria.net

É considerada uma pedra dura, pois possui dureza de Mohs 7,5. Está ligada ao elemento fogo, e possui em sua composição química o silicato de alumínio, o magnésio, ferro e manganês.
É uma pedra de um vermelho vivo, algumas vezes confundido com o marrom. Trabalha mais ao nível do estímulo mental, fazendo-nos entender por onde, quando e como devemos nos mover. Desenvolve a força de vontade, auxiliando no tratamento das doenças psicossomáticas.

Atira-nos de frente nos acontecimentos. Faz uma excelente dupla com a dolomita ou com o jasper vermelho, ou seja: a granada me ajuda a decidir o que eu vou fazer, o jasper vermelho ou a dolomita me fazem partir para executar o que eu decidi.
É também uma pedra de proteção tanto energética quanto física. Há quem use uma granada para proteger-se do ataque de ladrões. À nível físico, a granada é utilizada para aliviar hemorragias, principalmente uterinas. Também ajuda em casos de anemia, potência sexual, herpes, doenças venéreas e do sistema ósseo.


- Douglas Phoenix -

segunda-feira, 29 de março de 2010

Celtas


Andréa Guimarães (Andréa Éire)

“Triste de recordar, enfermo com os anos,
As inumeráveis e velozes lanças,
Os cavaleiros de cabelos ao vento,
E malgas de cevada, mel e vinho,
Aqueles felizes casais dançando em sintonia,
E o alvo corpo deitado junto ao meu;
Mas a história, embora as palavras sejam mais leves que o ar,
Deve viver para envelhecer como a Lua errante.

(The Wanderings of Oisin, por William Yeats, 1889)

Estes versos ilustram os dias dos aristocráticos celtas pagãos, que viviam a caçar, lutar, festejar e dançar. Os bardos, durante esses festejos, retransmitiam os mitos dessa sociedade, muitos deles hoje desaparecidos, pois não eram escritos e sim memorizados: para os druidas e bardos, registrar seus mitos por escrito seria um sacrilégio. O que sobreviveu foi graças aos monges copistas cristãos que, mais tardiamente, passaram muitos dos mitos celtas para o papel, principalmente os feitos heróicos dos guerreiros e as sagas de seus deuses. No entanto, as músicas e poemas originais cantados pelos bardos se perderam para sempre.


A mitologia celta é fascinante e parece estar despertando um interesse cada vez maior nos dias de hoje. Antes, ao se falar em mitologia, logo se imaginavam as fantásticas histórias da mitologia greco-romana, recontadas em modernos romances e até mesmo transportadas ao cinema. Nas últimas décadas, porém, nossa sociedade parece estar se desvinculando da falsa idéia de que essas duas civilizações clássicas eram as únicas dignas de algum crédito ou interesse. E as mitologias nórdicas, celta, egípcia, etc, estão se tornando cada vez mais populares em nosso dia-a-dia e fazendo jus à importância que tiveram e ainda têm.


Para entender uma sociedade e sua cultura é essencial que se conheça seus mitos. A mitologia judaico-cristã tem grande influência no que somos hoje, pois foi adotada como religião oficial por Roma, que dominava praticamente toda a Europa e cuja civilização foi a base para a construção de nossa civilização ocidental. Para compreender os celtas, temos que compreender a natureza de sua mitologia. Mas para isso, precisamos começar desfazendo alguns equívocos sobre os celtas.


A palavra “celtas” muitas vezes nos remete àquela visão romântica de magia, heróis medievais e donzelas de pele branca, às histórias do rei Arthur, a um mundo de sonhos povoado por fadas e por druidas vestidos de branco e preparando poções mágicas. Obviamente, a sociedade celta não era exatamente assim. Ao longo desse texto, pretendo desmistificar algumas falsas idéias que se têm hoje dos celtas, inclusive a de que adoravam a uma grande deusa única e que somente as mulheres exerciam o sacerdócio, informações completamente erradas que já foram publicadas inclusive em revistas e livros modernos. Sabemos hoje que os celtas eram politeístas e seus sacerdotes, os druidas, eram de ambos os sexos. Alguns equívocos que surgiram a respeito dos celtas se devem à publicação do livro de fantasia As Brumas de Avalon (de Marion Zimmer Bradley), romance genial e envolvente, mas que poucas verdades traz sobre os celtas, tendo a autora optado por romancear as informações e usado de bastante licença poética, o que é desejável em um romance de ficção. Não serve, no entanto, como base para estudos sobre os celtas e sua religião, o druidismo.


Para saber mais sobre as idéias erradas e as dúvidas mais freqüentes sobre os celtas e druidas visite a seção “Desmistificando os celtas e os druidas”.


Cada região das Ilhas Britânicas resgatou, através de mitos, seu passado celta: a Irlanda com as sagas de CuChulainn e Fianna; o País de Gales com a saga de Pryderi no Mabinogion; a Inglaterra com a saga do Rei Arthur. Assim, temos hoje muitas fontes de pesquisa.


A arte celta, principalmente a joalheria, continua a inspirar designers, a literatura celta nos encanta e a música celta nos enfeitiça. A cultura deles permanece viva, bem como sua espiritualidade: hoje em dia, mais e mais pessoas no mundo inteiro adotam o druidismo como religião ou filosofia de vida. Citando Pedro Pablo G. May, autor do pequeno mas brilhante livro “Os Mitos Celtas”: “se os romanos se apoderaram da história, os celtas se refugiaram no mito. E, graças a isso, seu espírito sobreviveu”.


Muito do que sabemos dessa fascinante civilização, sabemos através da leitura de relatos de seus inimigos, os romanos, que tinham uma visão talvez até mais distorcida que a nossa, baseada na suposição de que os celtas eram bárbaros não civilizados. Essa visão obviamente lhes era conveniente pois lhes dava “aval” para atacar e conquistar as terras celtas, com a alegação de que estavam levando o “mundo civilizado” aos “pobres bárbaros”. No entanto, temos na arqueologia um trunfo que atualmente nos dá uma vasta noção do que era realmente a cultura celta, sem a distorção dos inimigos romanos.


É no estudo da história e da arqueologia e também nos textos de celtistas sérios que esta série de textos é baseada.


- Douglas Phoenix -

Desmistificando Celtas e Druidas

Andréa Éire
Nemeton Tabebuya/Caer Piratininga



O objetivo deste artigo é relacionar e esclarecer algumas afirmações infundadas que têm sido difundidas erroneamente sobre os celtas e os druidas. Com o crescente interesse que essa cultura vem despertando nos dias de hoje, vemos inúmeros livros sobre neo-paganismo, como também artigos em revistas e sites na internet, citando os celtas e os druidas. Os autores de alguns desses livros e artigos certamente não tiveram adequada assessoria ou simplesmente buscaram fontes não confiáveis sobre do assunto, pois muitas das informações são erros sérios sobre os celtas, que acabaram por perpetuar idéias absurdas.

Alguns mitos modernos que surgiram a respeito dos celtas se devem à publicação do livro de fantasia As Brumas de Avalon (de Marion Zimmer Bradley), romance genial e envolvente, mas que poucas verdades traz sobre os celtas, tendo a autora optado por romancear as informações e usado de bastante licença poética, o que é desejável em um romance de ficção. Não serve, no entanto, como base para estudos sobre os celtas e sua religião, o druidismo.

Todas as informações aqui contidas (como em todo o resto deste site), vale lembrar, são fruto de pesquisas em fontes primárias, acadêmicas e arqueológicas. Não buscamos informações na literatura esotérica, mas na História, e nos registros que os celtas nos deixaram através de suas lendas e mitos. A seguir, relaciono os principais pontos de dúvidas e erros:

Mito 1: Os druidas não eram celtas: dissociar os celtas dos druidas é o mesmo que dissociar os pajés dos índios nativos de nossas terras. Ou, grosso modo, dissociar os padres do catolicismo. Os druidas eram a classe sacerdotal da sociedade celta, eram professores, médicos, juízes, advinhos e conselheiros dos reis e rainhas. Sabemos que nem todas as tribos celtas possuíam um druida ou seguiam o druidismo como religião, mas certamente as tribos da maioria do mundo celta – me refiro aqui à Gália, Grã-Bretanha e Irlanda – tinham um druida como conselheiro, médico, juiz e sacerdote e, como religião, professavam o druidismo.
Hoje em dia, no entanto, os modernos druidas não possuem necessariamente etnia celta, da mesma forma que não é necessário ser hebreu para seguir o judaísmo ou cristianismo, e nem hindu para seguir o budismo.

Mito 2: Os druidas construíram Stonehenge: o famoso megalítico data de 2000 ac, portanto, foi construído muito tempo antes dos celtas chegarem às Ilhas Britânicas: isso só ocorreu por volta de 700 ac. Essa informação é recente em termos históricos, pois até antes da datação por caborno 14, atribuía-se aos druidas a construção desse círculo de pedras. No entanto, não existe a menor chance dele ser um monumento druida, ainda que podemos deduzir que os druidas realizavam cerimônias em Stonehenge ao descobrirem seu alinhamento com o nascer do sol no solstício de inverno.

Mito 3: Alan Kardec era um druida: esse é um equívoco muito comum que freqüentemente associa o kardecismo ao druidismo. Não existe, porém, nenhuma relação entre essas duas correntes religiosas. Ao criar o espiritismo, Denizard Hypolyte Leon Rivail (nome verdadeiro de Alan Kardec) decidiu adotar o nome Alan Kardec para permanecer no anonimato, uma vez que ele era um conhecido professor/filósofo. Um dos espíritos que estaria passando as informações sobre a doutrina a Denizard, teria lhe aconselhado a usar esse pseudônimo, pois Alan Kardec teria sido uma de suas reencarnações como um sacerdote druida, na Gália pré-romana. Portanto, Denizard/Alan Kardec nunca foi um druida moderno, mas em uma de suas encarnações poderia ter sido um druida clássico.

Vale sempre lembrar aqui que os celtas não eram reencarnacionistas como o são os kardecistas. Para os celtas, a alma era imortal e podia (ou não) viver muitas vidas. Imperava o livre-arbítrio, mas não havia carma, recompensas ou punições como no moderno kardecismo. O livre-arbítrio possibilitava à alma celta a opção de ir viver no Outro Mundo ao lado de seus ancestrais e seus deuses para sempre, ou voltar ao nosso mundo, não para cumprir alguma tarefa, ou pagar algumam dívida, mas para viver algo que ainda não havia sido vivido, para experimentar, conhecer, vivenciar, enfim. Para os celtas, era a ordem natural das coisas e nenhum deus ou deusa interferia nisso. A vontade da alma era o que regia o que lhe acontecia depois da morte. Voltar a habitar um corpo não era uma necessidade (e nem uma obrigação para evoluir – não havia o conceito de evolução espiritual para eles), mas sim, uma opção.

Mito 4: Os celtas eram matriarcais e cultuavam uma deusa única: esse também é um erro muito comum e muito observado em livros sobre wicca, a religião criada por Gerald Gardner. Gardner, membro a AOD (Ancient Order of Druids), criou a Wicca baseado em informações apresentadas a ele por seu amigo Ross Nichols (criador da OBOD – ordem druídica muito ativa até os dias de hoje) e também baseado em elementos da maçonaria, bruxaria tradicional e nos trabalhos de Margareth Murray sobre a suposta religião paleolítica que dominava toda a europa e tinha como principal divindade uma Deusa-Mãe. Essa mistura toda resultou numa religião interessante e atraente para nossos dias, mas também gerou muita confusão, pois insinua que os celtas adoravam uma Deusa-Mãe (idéia utilizada no romance “As Brumas de Avalon”), o que nunca foi verdade.

Os celtas eram politeístas, isto é, tinham inúmeros deuses e deusas em seu panteão, com a peculiaridade de que nenhum deles e nenhuma delas era um deus-pai ou uma deusa-mãe absolutos, como acontece entre os gregos, por exemplo, onde Zeus era o deus dos deuses e Hera a deusa das deusas. Os deuses celtas eram tribais e associados ao lar, ao clã, ao local – a paisagem. Não havia uma Deusa-Mãe no panteão de nenhuma tribo celta. Aliás, as deusas celtas desempenhavam em sua maioria o papel de guerreiras ou esposas indomáveis e/ou independentes, que não se submetiam aos maridos, tinham seus amantes e levavam sua vida em liberdade. A Deusa-Mãe da wicca é a Natureza personificada, no panteão celta nenhuma deusa representava a Natureza como um todo, mas aspectos isolados dela e da paisagem a ela atribuída.

A sociedade celta não era matriarcal, isso seria absolutamente inviável para uma sociedade guerreira como a deles. Quando muito, podemos dizer que eram matrilineares, isto é, os filhos recebiam o sobrenome da mãe em vez do sobrenome do pai. Mas nem todas as tribos adotavam esse processo.

Mito 5: Somente as mulheres celtas exerciam o sacerdócio: informação provavelmente interpretada do romance citado “As Brumas de Avalon”, onde as personagens que seguem a assim chamada Antiga Religião (relacionada aos celtas, mas equivocada – a religião dos celtas era o druidismo) eram sacerdotisas da Grande Deusa. Embora Marion tenha citado os druidas e o Merlin como sacerdotes da Deusa única, ela dá total ênfase às sacerdotisas, o que levou alguns a entenderem que o povo celta dava exclusividade de sacerdócio às mulheres. Sabemos, no entanto, que a classe sacerdotal dos celtas era composta por druidas e druidesas, embora alguns autores também digam que eram apenas os homens que podiam exercer essa função – autores estes equivocados, mas certamente influenciados pelo mesodruidismo (ver texto sobre o tema), que era machista/patriarcal como a sociedade da época em que existiu, séculos 18 e 19. São todos unânimes, porém, em negar que somente as mulheres celtas exerciam o sacerdócio. E nenhum deles, nem druidas, nem druidesas, eram sacerdotes da Grande Deusa. Eles eram sacerdotes de seu povo.

Mito 6: Os druidas eram monoteístas: outro erro absurdo que provavelmente se origina nos equívocos difundidos pelo mesodruidismo. Se houve ou há algum druida monoteísta, certamente ele nasceu depois do século 19 e esteve ou está professando a religião de forma equivocada, influenciado pelo poder do cristianismo. Os druidas clássicos pré-cristãos eram politeístas e, como todo sacerdote pagão, veneravam os espíritos da Natureza, deuses tribais, deuses da paisagem e os ancestrais. O druidismo moderno, ou neo-druidismo, é igualmente politeísta, pois se baseia nas crenças dos druidas clássicos e não nos druidas do renascimento do século 19.

Mito 7: Os druidas vieram da Atlântida: não. Mesmo que Atlântica existisse, os druidas não teriam vindo de lá. Embora na mitologia celta existam inúmeras lendas sobre ilhas míticas, os druidas nunca são originários dessas ilhas. Entre essas inúmeras ilhas, inclusive, não há nenhuma que tenha uma semelhança sequer com Atlântida. As ilhas dos mitos celtas são lugares para onde os heróis se dirigem sob o encantamento de algum ser mágico ou então em alguma missão em busca das terras imortais. Os celtas nunca vêm das ilhas, mas vão para elas. Essas ilhas são associadas ao Outro Mundo, à terra da juventude eterna, à terra dos ancestrais, ao local para onde as almas vão depois da morte, onde viverão uma vida perfeita e imortal ao lado dos antepassados e dos deuses.

O druidismo surgiu quando os celtas chegaram nas ilhas britânicas e lá travaram contato com a espiritualidade dos povos neolíticos que habitavam a

região. Essa mistura da espiritualidade celta com a desses povos originou a religião dos celtas que conhecemos como druidismo, e esta migrou de volta ao

continente, levando o druidismo para a Gália. Alguns autores chamam a religião dos neolíticos de proto-druida, mas a Atlântida está certamente fora de questão. É certo que o surgimento do druidismo é uma mescla da espiritualidade celta (de origem indo-européia) com a dos povos do oeste

europeu. Os celtas vieram do coração da europa, onde hoje é a Hungria, Rep. Tcheca, Suíça. Os povos neolíticos construtores de estruturas megalíticas do oeste europeu já estavam por lá havia algum tempo quando da chegada das primeiras levas de tribos celtas. Do contato entre esses povos surge o druidismo clássico.


- Douglas Phoenix -

sábado, 27 de março de 2010

Ritual do Templo de Afrodite


Esse ritual serve para você encontrar o amor próprio, aprender a valorizar a sim mesma acima de tudo.

Quando você faz isso, quando você se ama, as outras pessoas também vão amar você.

Imagine uma esfera de luz rosa saindo do seu comração, a cada vez que ela cresce ela fica mais intensa e mais forte.

Logo, imagine que esse círculo expandiu e agora ele está á sua volta, e você está no centro desse círculo. Ele é formadado de amor, sexualidade, paixão e todos os sentimentos ligados ao coração e á Deusa Afrodite.

Pegue um espelho e olhe-se nele, veja cada detalhe seu, cada ponto que a torna mais sexy, mais bonita e começe a se fazer perguntas:


• O que você tem de mais lindo dentro de mim?

• O que mais me agrada em meu corpo?

• Qual é a característica amorosa que eu mais desejo: docilidade, compreensão, paixão, leveza, confiança? O quê, afinal?


Responda de forma honesta e tranquila, afinal nada se esconde da Deusa do Amor.

Olhe novamente para o espelho, mas agora deve repeir para sim mesma, com toda a confiança e força que tiver.


" Eu me Amo"


Repita quantas vezes quiser. O importante é acreditar nisso, aceitar-se, amar-se.

Quando se sentir confiante e forte diga a seguinte oração:



Oração a Afrodite



Quando abro meu coração


Estou plena e um deleite tão intenso


De um êxtase tão
doceDe um prazer tão profundoO contato com meu amor


Leva-me a todos os lugares e
a uniãoToca rapsódias em minha almaPosso alcançar a união


Quando alcanço a
unidade comigo mesmaPosso dançar em parceria


Quando consigo dançar sozinha


Posso
amar o outro


Quando consigo amar a mim mesma



Agradeça a Afrodite pela inspiração, agradeça a todas as suas ancestrais femininas pela sua existência, agradeça a você mesma pela boa vontade em fazer as pazes consigo mesma.Aproveite essa energia nutridora para alimentar-se do mais puro amor. O amor próprio, a auto-aceitação, auto-compreensão. Que tudo isso que você despertou frutifique e a nutra com o poder de Afrodite, com o poder da Deusa que toda mulher é.Respire profudamente por 3 vezes e desperte seu corpo e mente.



- Douglas Phoenix -

quinta-feira, 25 de março de 2010

Greenpeace e Nestlé

Nós bruxos temos uma responsabilidade enorme com a natureza, pois é nela que encontramos o nosso divino, nós mesmos, por isso venho aqui pedir para que participem dessa campanha do Greenpeace que é uma ONG com o propósito de lutar por uma melhoria ambiental.

No caso dessa campanha, a empresa multinacional Nestlé, grande industria de alimentos, principalmente achocolatados, vem utilizando óleo de dendê em alguns de seus produtos, esse óleo é o resultado de um enorme desmatamento na Indonésia, que também vem afetando a sobrevivência de orogantos a região, que estão perdendo seua habitat natural, tendo que se submeter a zoológicos ou acabam morrendo.

Abaixo você poderá ver o vídeo da campanha e o link em que você poderá ajudar a reverter essa situação.



http://greenpeace.org.br/kitkat/

Obrigado a todos.


- Douglas Phoenix -

quarta-feira, 24 de março de 2010

Exercício para a União com as Forças da Natureza


Nesse exercício é fundamental que a pessoa, ao pôr-do-sol, suba em um monte (é preferível, para este exercício que esteja em contato com a natureza) e enquanto o sol se põe, veja a sua sombra crescer, veja-a crescendo lentamente, até ficar enorme, identifique-se com sua sombra, imagine ver sua energia crescendo, então quando o sol se pôr totalmente, ele fundirá sua sombra (energia) com toda a natureza, e isso trará a força da natureza para si.

É um exercício simples, porém muito poderoso. Por fim, tente manter todas as energias ativas e dirija o resto da sua atenção para as solas de seus pés, dê algumas passadas grandes no compasso de sua respiração e da batida da Mãe Terra. Respire lentamente e abra os olhos.



- Douglas Phoenix -

terça-feira, 23 de março de 2010

Proposta: Sua História

No começo deste mês o Jornal O Bruxo Pernambuco lançou uma proposta chamada "Sua História" com o interesse de reunir histórias de vários pagãos e divulgá-las, além de darem base para uma nova série do blog.

Uma vez por semana, será postado uma história, às vezes até mais de uma vez na semana, pois há histórias bem longas. Caso ainda queiram participar é só mandarem sua história para os e-mails que se encontram em nossa comunidade no orkut ou os já postados anteriormente.

Muito obrigado a todos que colaboraram.


- Douglas Phoenix -

sexta-feira, 19 de março de 2010

VI Encontro Holístico de Pernambuco


Texto de Taiza Brito

O Recife sedia entre os dias 20 e 21 de março o VI Encontro Holístico de Pernambuco, com debates sobre esoterismo, terapias complementares e espiritualismo, no auditório da Livraria Cultura, no Paço da Alfândega (R. Madre de Deus, s/n - loja 135 - Recife/PE).

A abertura acontece no sábado (20), a partir das 14h, com palestra de Denis Pinto com o tema Psicologia e Espiritualidade.

Na seqüência haverá apresentação de Zoraya Strobl sobre auto-desenvolvimento e evolução pessoal através do desenvolvimento da consciência.

A organização Brahma Kumaris em Pernambuco participa do evento com duas palestras. Uma sobre o tema Alimentação Sattva, tratado por Rosa Pimentel, que abordará como hábitos que moderam e modulam o comer e o beber podem lançar os alicerces para a vida espiritual. A outra discutirá o tema “Amando a mim mesmo a partir de dentro, desenvolvido por Eliane Martins Rangel, que se propõe a mostrar como é possível transformar a vida pelo auto-amor.

Ainda participarão do evento os palestrantes Antonio de La Maria (Os rosacruzes e as profecias para 2012), Ivanise de Almeida (Toque neuro cutâneo), Cleverson Montenegro (A semente, reflexões sobre nascimento, vida e mais vida), Milton Araujo Meiva Filho (As profecias apocalípticas).

Também haverá sorteio de atendimentos no Kannon Consultório de Terapia Holística Integradas e no local haverá consultas de Tarô e Runas e serviços de reflexologia podal, máscara facial de argila e numeroscópio, além da venda de florais de Bach.

Entrada Franca.


- Douglas Phoenix -

ESP-PE DE MARÇO CANCELADO!

Ontem foi postado no blog do ESP-PE a matéria que o Encontro deste mês, marcado para o dia 21 de março com o tema "O Sagrado Feminino" foi CANCELADO. A palestrante Tereza Marques (Elora) não poderá palestrar, pois estará participando do VI Encontro Holístico de Pernambuco.

A equipe do ESP-PE pede a compreenção de todos.

Para mais informações visite o blog do ESP-PE


- Douglas Phoenix -


 
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